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Vacinação contra a gripe segue baixa em cidades da região

A campanha de vacinação contra a gripe registra baixa adesão em várias cidades da região de Campinas, justamente no início do período de maior circulação de vírus respiratórios. Em Indaiatuba,

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Foto: Fernanda Sunega/Prefeitura de Campinas

A campanha de vacinação contra a gripe registra baixa adesão em várias cidades da região de Campinas, justamente no início do período de maior circulação de vírus respiratórios.

Em Indaiatuba, os números seguem abaixo do esperado. Até agora, foram vacinados 8.915 idosos, o que representa 19,7% do público-alvo. Entre as gestantes, 521 receberam a dose, índice de 23,9%. Já entre as crianças de seis meses a menores de seis anos, apenas 1.570 foram imunizadas, cobertura de 9,2%. A meta é atingir 90% em cada grupo.

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Em Mogi Guaçu, a situação é semelhante. Foram aplicadas 9.562 doses desde o início da campanha. A cobertura chegou a 21,81% entre idosos, 25,22% entre gestantes e puérperas e apenas 4,59% entre crianças, um dos índices mais baixos da região.

Em Santa Bárbara d’Oeste, a campanha aplicou 8.554 doses até o momento. Desse total, 7.339 foram destinadas aos grupos da vacinação de rotina — crianças, gestantes e idosos. Outras 1.215 doses foram aplicadas em grupos especiais, como profissionais da saúde, pessoas com comorbidades e forças de segurança.

Já em Campinas, além da baixa cobertura vacinal, os impactos da gripe começaram a aparecer nos atendimentos. A cidade confirmou a terceira morte por síndrome respiratória grave causada pelo vírus influenza em 2026. A vítima era uma mulher de 97 anos, com comorbidade, que não havia se vacinado neste ano. Campinas soma 32 casos de síndrome respiratória grave provocados pela gripe até agora.

As secretarias de Saúde reforçam que a vacina é a principal forma de prevenção e ajuda a evitar casos graves, internações e mortes. As doses seguem disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde, sem necessidade de agendamento, e, em algumas cidades, também em horários ampliados nos fins de semana.

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A orientação é que quem faz parte dos grupos prioritários procure a vacinação o quanto antes, antes do avanço do outono e do inverno.

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