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Viaduto de Hortolândia é entregue com presença do ministro dos Transportes

Depois de diversos atrasos na entrega, o viaduto sobre a linha férrea da Vila Real, em Hortolândia, foi liberado ao tráfego de veículos na manhã desta segunda-feira (13). A inauguração

Viaduto de Hortolândia é entregue com presença do ministro dos Transportes
Foto: Vitor Hugo Bitencourt/EPTV

Depois de diversos atrasos na entrega, o viaduto sobre a linha férrea da Vila Real, em Hortolândia, foi liberado ao tráfego de veículos na manhã desta segunda-feira (13).

A inauguração teve a presença do ministro dos Transportes, George Santoro, o prefeito de Hortolândia, Zezé Gomes, e outras autoridades. A cerimônia ocorreu na Praça da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário.

A nova estrutura elimina a travessia em nível do trem e liga a avenida Santana, no Jardim Amanda, a rua Argolino de Moraes, no Centro, e a avenida São Francisco de Assis, em Nova Hortolândia.

O viaduto foi construído pela concessionária Rumo, responsável pela ferrovia. As obras começaram em 2024 e a estrutura tem 240 metros de extensão, 21 metros de largura e quatro faixas de rolamento, duas em cada sentido. Nas laterais, foram implantados passeios para pedestres, com ciclovia em um dos lados.

A concessionária também construiu uma rotatória para acesso ao viaduto, conectando a avenida Santana e a rua Argolino de Moraes.

Viaduto de Hortolândia é entregue com presença do ministro dos Transportes
Foto: Johnny Inselsperger/Eptv

O ministro Transportes, George Santoro, explicou que esse tipo de obra é uma exigência do Governo Federal, como forma de contrapartida, para que a concessionária continue operando e diminua os impactos para os trechos urbanos das cidades.

Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana, antes da obra, o trecho registrava a passagem de cerca de 22 mil veículos por dia, somando os dois sentidos. Com a liberação do viaduto, a expectativa é de um fluxo diário de aproximadamente 30 mil veículos.

O ministro apontou ainda como obras como essa melhoram não só o viário urbano, mas também a agilidade para o transporte de cargas no estado.

De acordo com a Rumo, essa é uma das intervenções responsáveis por permitir o aumento da capacidade da malha de 53 milhões atualmente para 75 milhões de toneladas até 2030.

Após a abertura do tráfego, outras intervenções ainda serão executadas no entorno do viaduto. Entre elas, a construção de um muro ao longo da linha férrea para impedir travessias irregulares e o prolongamento da rua Sebastião de Paula até a avenida Amélia Basso Breda, passando por baixo do viaduto.

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