CBN Campinas 99,1 FM
- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -

Delegada diz que câmera que jovem levava não era dela, mas do grupo que organizou salto em Limeira

A câmera que pode ajudar a esclarecer a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, não era da jovem, mas do grupo que organizava o salto em

Limeira
Foto: Reprodução

A câmera que pode ajudar a esclarecer a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, não era da jovem, mas do grupo que organizava o salto em Limeira.

A informação é da delegada responsável pelo caso, Andréia Levy. Segundo ela, o equipamento era oferecido como um serviço à parte, pago pelos participantes.

- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -

A polícia agora apura o desaparecimento da câmera. De acordo com a delegada, há indícios de que alguém tenha retirado ou escondido o equipamento após o acidente.

Maria Eduarda caiu de uma altura de cerca de 40 metros na manhã de sábado, dia 13, na Ponte do Esqueleto, na divisa entre Limeira e Cordeirópolis.

Para os investigadores, a câmera pode ter registrado a preparação do salto e até o momento da queda. As imagens são consideradas importantes para reconstituir o que aconteceu.

A investigação aponta que a corda de segurança não foi presa ao corpo da jovem e ficou no chão da plataforma.

- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -

Testemunhas disseram que não houve checagem antes do salto. Um vídeo mostra o momento em que ela foi levada até a estrutura e empurrada. Em seguida, pessoas perceberam o erro e gritaram ao notar a ausência da corda.

Três homens seguem presos e são investigados por homicídio com dolo eventual, quando há entendimento de que assumiram o risco de provocar a morte.

O caso continua em investigação.

Conteúdos

- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Youtube video