Ponte Preta e Botafogo-SP ficaram no empate por 0 a 0 na noite desta segunda-feira (01), no estádio Moisés Lucarelli, pela Série B do Campeonato Brasileiro.
Ainda no primeiro tempo, a Macaca teve Diego Tavares expulso após acertar uma cotovelada em Patrick Brey. Inicialmente, Tavares foi advertido com cartão amarelo, mas Edina Alves Batista revisou o lance no VAR e optou pela expulsão.
Nas arquibancadas, a torcida protestou contra os dirigentes da Macaca devido à crise que o clube atravessa. Os principais alvos foram o presidente Luiz Torrano e o vice-presidente Marco Antonio Eberlin.
Na reta final da partida, a Ponte teve uma grande chance em uma arrancada do zagueiro Palacios, mas o goleiro Victor Souza fez a defesa. Na tentativa de aproveitar o rebote, Daniel Baianinho foi derrubado na área, e o lance gerou muita reclamação por parte dos atletas alvinegros. No entanto, Edina Alves Batista não foi acionada para revisar a jogada no VAR. (Veja o lance abaixo)
“Sobre o pênalti, foi muito claro. O que me deixa assustado é que ela nem foi ao VAR. Ela pode ir lá, ver o lance e decidir que não foi pênalti. Mas por que não ir? O VAR veio para que o prejuízo no futebol fosse menor, mas a gente continua convivendo com muitas injustiças. É preciso melhorar a qualidade de quem comanda o VAR, porque isso não pode acontecer. O que mais me deixou indignado foi o fato de o VAR não ter chamado. Ela deveria ao menos olhar o lance mais uma vez, e não fez isso. Isso eu não aceito”, afirmou Edson Boaro, técnico interino da Ponte Preta, em entrevista coletiva.
A Ponte Preta enfrenta o Cuiabá na próxima rodada da Série B. O jogo acontece no dia 9 de junho, às 19h, no estádio Moisés Lucarelli.

