Após 11 dias da abertura da janela de transferências do futebol brasileiro, a Ponte Preta ainda segue impedida de regularizar os jogadores contratados para o segundo turno da Série B. No empate contra o Athletic, o técnico Márcio Zanardi teve que recorrer às categorias de base para formar o banco de reservas.
Na FIFA, a Macaca acumula dois transfer bans, que impedem o clube de registrar novos jogadores. O mais recente foi publicado no dia 27 de julho, por conta de uma pendência com o zagueiro boliviano Luis Haquin, que defendeu a Ponte Preta em 2024.
O clube também está impedido de registrar atletas por decisão da Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), após deixar de pagar três parcelas do acordo coletivo firmado em setembro de 2024 para quitar aproximadamente R$ 18 milhões em dívidas.
Na última rodada da Série B, Márcio Zanardi montou o banco de reservas com oito atletas, sendo sete das categorias de base da Macaca. O treinador afirmou que não tem receio de utilizar os jovens, mas ressaltou que o momento vivido pelo clube exige cuidado.
“Eu vim da base e não tenho problema nenhum de utilizar a base. Mas eles precisam estar trabalhando. O Damião fez um jogo importante, fez gol, mas aqui em cima é diferente. Tem toda essa pressão, e não é justo com eles”, afirmou Zanardi.
