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Cenipa vai investigar causas de queda de avião que matou piloto em Mogi Mirim

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai investigar as causas da queda de um avião de pequeno porte que matou o piloto Leonardo Bezerra Pinheiro, de

Mogi Mirim
Foto: Redes sociais

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai investigar as causas da queda de um avião de pequeno porte que matou o piloto Leonardo Bezerra Pinheiro, de 25 anos, em Mogi Mirim. A equipe do órgão deve ir ao local do acidente na manhã desta quinta-feira (30) para dar sequência ao trabalho de apuração. 

A aeronave, um avião modelo Conquest com capacidade para duas pessoas, caiu na tarde de quarta-feira (29) na Rodovia Luiz Gonzaga de Amoedo Campos, na área rural da cidade. Após a queda, o avião pegou fogo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto morreu carbonizado. 

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Equipes da Polícia Civil, da Polícia Científica e da Força Aérea Brasileira estiveram no local ainda na quarta-feira para os primeiros levantamentos. Agora, a investigação do Cenipa deve analisar os destroços, as condições da aeronave e outros elementos que possam ajudar a esclarecer o que provocou o acidente. 

Segundo testemunhas e também o presidente do Clube de Voo de Mogi Mirim, o avião teria entrado em parafuso chato, uma situação em que a aeronave gira e perde altitude sem que o piloto consiga recuperar o controle. A aeronave teria perdido altura, caído de lado e girado até atingir o solo. Essa informação, no entanto, ainda depende de confirmação da investigação. 

Leonardo Pinheiro morava em Itapira e trabalhava havia dois anos como instrutor na escola de aviação Sport Pilot. De acordo com o proprietário da empresa, ele também atuava como gestor de segurança e tinha toda a documentação regularizada. Ainda segundo o dono da escola, a aeronave havia sido abastecida pouco antes da decolagem para um voo local. 

A possibilidade de influência do tempo também deve ser analisada pelos investigadores. De acordo com a Defesa Civil de Mogi Mirim, rajadas de vento chegaram a 60,5 quilômetros por hora no município por volta do horário do acidente. No entanto, o órgão informou que não é possível afirmar que a ventania tenha contribuído para a queda da aeronave. Além disso, os registros apontam que a queda ocorreu antes do período mais intenso dos ventos.

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