Depois da matéria da CBN nesta terça-feira (25), que indicou 12 pontos críticos na região central onde os contêineres de lixo verdes invadiam ruas e avenidas, a Prefeitura iniciou uma força-tarefa para verificar e adotar providências nos locais.
Na tarde desta quarta-feira (26), a reportagem encontrou um técnico do Departamento de Limpeza Urbana (DLU) vistoriando as condições na Rua Barão de Jaguara, no Bosque. Ele conversava com a síndica de um prédio da região, que também apresentou as demandas dos moradores.
A rua tem dois pontos de lixeiras contêiner que atendem os edifícios residenciais da via: um na altura do Colégio Ave Maria e outro perto da esquina com a Avenida Aquidaban.
O representante do DLU não pôde gravar entrevista, mas explicou que a pequena largura da calçada ao lado da faixa 1 dificulta o posicionamento das caçambas.
Uma delas foi reposicionada para um pequeno recuo, onde há o ponto de armazenamento de lixo de um hotel. Outras três ainda permanecem entre a calçada e a via, e uma solução ainda está sendo discutida.
Ele também disse que os dispositivos são mantidos limpos e organizados pelas equipes de coletores, para que produzam o menor impacto possível para o trânsito.
Apesar disso, a passagem de pessoas em situação de rua que reviram a caçamba à procura de alimentos e de materiais recicláveis voltou a deixar os contêineres fora de lugar.
Atualmente, Campinas tem 7.110 contêineres verdes. O número pode aumentar no ano que vem, quando acontece uma nova licitação para o contrato do lixo.
A Prefeitura afirma ter registrado apenas um caso de deslocamento de caçamba nos últimos dois anos, causado por enxurrada.
