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Velocidade e falta de habilitação lideram causas de mortes no trânsito em Campinas 

A velocidade excessiva e a falta de habilitação foram as principais causas das mortes no trânsito de Campinas em 2026. Entre os 26 registros em vias urbanas até julho, 16

Velocidade e falta de habilitação lideram causas de mortes no trânsito em Campinas 
Divulgação/EMDEC

A velocidade excessiva e a falta de habilitação foram as principais causas das mortes no trânsito de Campinas em 2026. Entre os 26 registros em vias urbanas até julho, 16 casos já foram analisados e dez tiveram relação direta com esses dois fatores de risco. 

Segundo levantamento da Emdec, a velocidade esteve presente em cinco ocorrências e a falta da Carteira Nacional de Habilitação em outras cinco. Em seguida aparecem o consumo de álcool, com três casos, e a falta de capacete, com dois. 

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Os dados mostram que um mesmo acidente pode ter mais de um fator de risco associado. 

A velocidade também lidera o número de infrações registradas na cidade. Entre janeiro e julho, foram aplicadas mais de 283 mil multas por excesso de velocidade, o que representa mais da metade de todas as autuações de trânsito no período. Desse total, cerca de 5,2 mil motoristas foram flagrados trafegando acima de 50% do limite permitido na via. 

Já as infrações relacionadas à falta de habilitação, ou por permitir que uma pessoa sem CNH dirigisse, somaram quase 700 registros neste ano. 

A fiscalização da velocidade é feita por radares. Campinas tem atualmente 148 pontos de monitoramento eletrônico. Neste mês, novos equipamentos começaram a funcionar nas avenidas John Boyd Dunlop e Ruy Rodriguez. 

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Apesar dos fatores de risco identificados, a cidade registrou redução nas mortes no trânsito. Até julho, foram 26 mortes em vias urbanas, contra 40 no mesmo período do ano passado. A queda foi de 35%. 

Entre os pedestres, a redução foi de 46%. Já entre os motociclistas, a queda chegou a 14%, de acordo com a Emdec. 

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