Campinas confirmou mais uma morte por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causada pelo vírus da gripe em 2026. A vítima era uma mulher de 92 anos, sem doenças preexistentes e vacinada contra a influenza. A morte ocorreu em 22 de julho, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.
Com a atualização, a cidade soma 377 casos e 34 mortes por pela síndrome associada à gripe desde o início do ano.
No ano passado, Campinas registrou 561 casos e 69 mortes pela doença. Entre as pessoas que morreram em 2025, 54 não haviam recebido a vacina contra a gripe.
A Secretaria de Saúde voltou a destacar a importância da vacinação para reduzir casos graves e mortes. As doses estão disponíveis nos 69 centros de saúde para toda a população a partir dos seis meses de idade. Não é necessário agendamento. Basta apresentar um documento com foto e, se possível, a carteira de vacinação.
Neste ano, o imunizante protege contra os vírus influenza A H1N1, influenza A H3N2 e influenza B. A vacina pode ser aplicada ao mesmo tempo que outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação.
Além da vacinação, a orientação é manter hábitos de prevenção, como lavar as mãos com frequência, deixar os ambientes ventilados, manter boa hidratação e usar máscara em caso de sintomas gripais para reduzir a transmissão de vírus respiratórios.
Até 1º de setembro, Campinas havia aplicado 363.664 doses da vacina contra a gripe desde o início da campanha, em 28 de março. Desse total, 172.922 foram destinadas ao público-alvo definido pelo Ministério da Saúde, formado por crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes e idosos.
Entre os idosos, foram aplicadas 128.757 doses, com cobertura vacinal de 57,56%. Entre as crianças, a cobertura chegou a 54,18%, com 37.020 doses. Já entre as gestantes, foram 7.145 aplicações, o que representa cobertura de 83,09%.
