As mídias são como pendrives e salvam informações dos candidatos baixadas diretamente do sistema seguro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Só em Campinas são 2.790 urnas eletrônicas que vão ser distribuídas em mais de 2.500 seções. Esse número considera as urnas de contingência, separadas como reservas para serem usadas em caso de problemas técnicos.
A chefe do cartório, Egle Prado Vilhena, explica que todas as informações passam por redes privadas.
“Após a inseminação nas urnas eletrônicas, é feita a conferência da autenticidade das mídias que foram usadas para dar carga nessas urnas eletrônicas. São feitas auditorias nas urnas eletrônicas, as auditorias são feitas por amostragem e aleatoriamente, de forma que garanta com segurança de que aquelas urnas estão íntegras pras eleições”, comenta.
O cronograma prossegue nesta quinta (24) com a inseminação das informações nas urnas eletrônicas. Todo o processo é público e pode ser acompanhado por qualquer pessoa interessada na sede do Cartório Eleitoral de Campinas.
No sábado é a vez do início do transporte das urnas até os locais de votação. Uma etapa adicional da verificação de segurança dos equipamentos acontece no sábado e no domingo de eleições.
No dia da votação, centenas de urnas escolhidas aleatoriamente vão passar por um processo de auditoria com voto em cédula. Ao final do pleito, o resultado vai ser conferido com o boletim de urna.
Ainda segundo a Justiça Eleitoral, toda a operação do dia da eleição em Campinas vai ser feita com o apoio de 10 mil mesários.
