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BAEP prende suspeito de feminicídio de jovem em Suzano

Crime aconteceu na segunda-feira; homem enviou mensagem confessando o crime para amiga da vítima
Suzano
Foto: Reprodução/g1 Suzano

O Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) prendeu nesta quinta-feira (24), em Mogi Mirim, o homem investigado pela morte de Laysa Cristine Neris da Silva Bonfim, de 23 anos, encontrada morta dentro de casa em Suzano, na Grande São Paulo. 

Segundo o Baep, a equipe abordou o suspeito na Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros. Durante a revista, nada de irregular foi encontrado, mas os policiais identificaram que ele era procurado pelo feminicídio da jovem. O homem foi levado para a Central de Polícia Judiciária de Mogi Guaçu. De acordo com a corporação, ele tem antecedentes por homicídio, furto e tráfico de drogas. 

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O corpo de Laysa foi encontrado na noite de segunda-feira (21), depois que a mãe recebeu uma mensagem de uma amiga da jovem informando que o ex-companheiro teria dito que a matou. 

De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe havia falado com a filha pela última vez no sábado, por mensagens de WhatsApp. Depois disso, não conseguiu mais contato. Preocupada, ela foi até a residência acompanhada do marido. Ao chegarem ao local, encontraram a porta trancada por dentro com uma corrente. O padrasto arrombou a entrada e localizou a jovem caída na sala. 

O registro policial também aponta que uma amiga da vítima relatou ter recebido mensagens do suspeito dizendo que ela deveria ir até a casa porque encontraria Laysa morta. Segundo o padrasto, o homem ainda teria mostrado a moradores da região um vídeo em que a vítima aparecia já sem vida. 

Durante a perícia, os investigadores encontraram Laysa caída no chão da sala, com uma lesão na cabeça que, segundo o boletim, aparentava ter sido provocada por um objeto contundente. Havia sangue espalhado pelo local e um celular sobre o corpo da vítima, que foi recolhido pelos policiais para análise. Exames necroscópico e toxicológico foram solicitados. 

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O caso foi registrado como feminicídio e segue sob investigação da Polícia Civil. 

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