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Homem investigado por importunação sexual é preso em Campinas

Um homem investigado por casos de importunação sexual contra mulheres em Campinas foi preso neste domingo (27), durante uma abordagem da Polícia Militar na região do Taquaral. Rosemir Martins Neris

Homem investigado por importunação sexual é preso em Campinas
Foto: Reprodução

Um homem investigado por casos de importunação sexual contra mulheres em Campinas foi preso neste domingo (27), durante uma abordagem da Polícia Militar na região do Taquaral. Rosemir Martins Neris foi detido na Rua Percílio Neto e encaminhado ao 1º Distrito Policial de Campinas, onde permanece preso. Ele deve passar por audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (28).

O suspeito é investigado por abordar mulheres, principalmente em pontos de ônibus da cidade, e cometer atos de cunho sexual.

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O caso ganhou repercussão após uma vítima publicar nas redes sociais, no dia 14 de setembro, um vídeo relatando uma das ocorrências. Segundo a mulher, o homem se aproximou dela e exibiu o órgão genital na Avenida Francisco Glicério. Ao perceber que estava sendo filmado, ele deixou o local.

Após a divulgação do vídeo, outras mulheres procuraram a delegacia e relataram terem passado por situações semelhantes.

Rosemir tem quatro inquéritos abertos por casos do mesmo tipo e já foi condenado por ato obsceno em outro episódio ocorrido em Campinas.

Segundo a ação judicial, em 22 de julho de 2025, na Avenida Anchieta, Rosemir exibiu os genitais para pessoas que estavam em um ponto de ônibus.

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Por esse caso, ele foi condenado pela Justiça, no dia 4 de setembro, a cinco meses de detenção em regime semiaberto. A decisão transitou em julgado.

Como o homem havia sido preso em flagrante e permaneceu alguns meses no Complexo Penal de Sorocaba, a pena foi considerada cumprida.

A defesa do suspeito havia informado anteriormente que não poderia comentar a condenação porque o processo corre sob sigilo. Em relação aos demais inquéritos e ao registro mais recente, o advogado declarou que não se manifestaria “sem prévio conhecimento formal dos autos e sem que haja atualização constituída nesses procedimentos”.

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