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Professor suspeito de importunação sexual contra duas alunas é afastado em Campinas

Um professor da Escola Estadual Doutor Telêmaco Paioli Melges, localizada na Vila San Martin, em Campinas, foi afastado das funções por suspeita de importunação sexual contra alunas de 11 e

Professor suspeito de importunação sexual contra duas alunas é afastado em Campinas
Foto: Reprodução/Google

Um professor da Escola Estadual Doutor Telêmaco Paioli Melges, localizada na Vila San Martin, em Campinas, foi afastado das funções por suspeita de importunação sexual contra alunas de 11 e 12 anos.

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que também instaurou um processo administrativo para apurar a conduta do profissional. Dependendo do resultado da investigação, ele poderá sofrer penalidades que incluem a exoneração.

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O caso é investigado pela Polícia Civil e ganhou repercussão após uma confusão registrada na noite de segunda-feira na escola. Segundo relatos, estudantes teriam ameaçado o professor e danificado o veículo dele, o que exigiu a intervenção da Polícia Militar.

De acordo com informações da PM, a situação teria começado após uma atividade realizada no último sábado. Testemunhas afirmam que o professor teria pedido para alunas de 11 e 12 anos ficarem em posição considerada inadequada durante a atividade.

Em entrevista à EPTV, estudantes e funcionárias da escola relataram que, há alguns meses, vinham ocorrendo situações consideradas estranhas, incluindo falas inadequadas e desenhos obscenos na lousa.

Após o tumulto, o professor foi retirado da escola pela Polícia Militar e levado para a delegacia. Responsáveis por alunos e funcionários também prestaram depoimento.

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Em nota, a Secretaria da Educação lamentou o ocorrido, repudiou qualquer forma de assédio dentro ou fora do ambiente escolar e informou que a estudante envolvida recebe acompanhamento de um profissional do programa Psicólogos nas Escolas.

A pasta também afirmou que a gestão escolar registrou boletim de ocorrência e acompanha o caso por meio do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar, o Conviva-SP.

A Secretaria da Segurança Pública informou que a investigação é conduzida pela Segunda Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas, que apura o caso como importunação sexual.

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