Campinas registrou 26 bairros com maior risco de transmissão de dengue na última semana, segundo o 42º Alerta Arboviroses de 2026, divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde nesta quinta-feira (22).
A cidade somou 4.151 casos confirmados da doença entre 1º de janeiro e 19 de outubro e não registrou mortes por dengue neste ano.
Os bairros classificados com maior risco estão distribuídos por diferentes regiões da cidade.
Na região Leste, o alerta incluiu Vila Miguel Vicente Cury, Vila Costa e Silva, Parque Taquaral e Bosque.
Na Noroeste, entraram na lista Jardim Maracanã, Jardim Metonópolis, Parque Valença I e II, Jardim Lisa, Residencial Colina das Nascentes e Residencial São Luís.
Na região Norte, os bairros com maior risco foram Cidade Universitária I e Jardim Eulina.
Na Sudoeste, a relação incluiu Jardim Melina I, Jardim Rosalina e DIC VI.
Já na região Sul, apareceram Parque Oziel, Jardim Monte Cristo, Jardim do Lago Continuação e Jardim Campo Belo.
Na Suleste, o alerta contemplou São Bernardo, Jardim Baronesa, Jardim Proença, Jardim Guarani, Jardim Paranapanema e Jardim São Fernando.
Segundo a Prefeitura, o objetivo é orientar moradores sobre a eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti e reforçar as ações de prevenção nas áreas com maior risco de transmissão.
Entre janeiro e setembro deste ano, equipes de saúde realizaram mais de 1,3 milhão de visitas a imóveis para controle de criadouros e orientação da população. Também foram feitas mais de 53 mil visitas para aplicação de inseticida.
A Secretaria de Saúde reforçou que cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências. A recomendação é eliminar recipientes que acumulam água, manter caixas d’água fechadas, retirar pratinhos de vasos de plantas ou higienizá-los regularmente e descartar corretamente materiais como pneus, latas e embalagens.
