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Comércios ganham mais tempo para dar fim às bisnagas de molhos em São Paulo

Na prática, as bisnagas de ketchup, mostarda e maionese que ficam sobre as mesas vão deixar os estabelecimentos. Os molhos terão que ser servidos de outra forma. A mudança acontece

Comércios ganham mais tempo para dar fim às bisnagas de molhos em São Paulo
Foto: Freepik

Na prática, as bisnagas de ketchup, mostarda e maionese que ficam sobre as mesas vão deixar os estabelecimentos. Os molhos terão que ser servidos de outra forma.

A mudança acontece porque as bisnagas passam pelas mãos de vários clientes e podem trazer riscos à saúde. É o que explica a coordenadora de fiscalização de alimentos de Campinas, Anne Dutra.

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Mas o problema não está só no contato com a embalagem. Segundo a especialista, existem outros riscos que também preocupam a vigilância sanitária.

Na lanchonete do proprietário Flávio Augusto Marques Drey, ele aprova a mudança e já se organiza para seguir a nova regra.

Já na lanchonete da empresária Carina Adorno Miranda, a troca das bisnagas por molhos em porções individuais começou antes mesmo da proibição entrar em vigor.

A analista de marketing Helena Alencar, costuma frequentar bastante lanchonetes e restaurantes. Ela concorda com a restrição.

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A portaria foi publicada em julho e havia dado 90 dias para os estabelecimentos se adaptarem à nova regra. Mas a proibição, que começaria neste domingo, dia 4 de outubro foi adiada para primeiro de fevereiro de 2027.

A mudança foi publicada nesta segunda-feira (05) pelo Centro de Vigilância Sanitária, por meio de uma nova portaria.

Segundo o órgão, os estabelecimentos precisam de mais tempo para se adaptar às novas regras. A Vigilância Sanitária também vai orientar os responsáveis durante esse período.

Quem não cumprir as exigências pode ser multado.

A portaria também traz outras mudanças para restaurantes que servem peixes, mariscos e outros alimentos crus ou mal cozidos. Eles precisam deixar um aviso visível sobre os riscos à saúde.

A regulamentação também muda algumas regras de preparo dos alimentos. Uma delas é para o arroz usado na culinária japonesa, como o sushi. Os estabelecimentos precisam controlar a temperatura, o tempo e a quantidade de ácido usada no preparo.

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