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À CBN Campinas, Alckmin confirma mudança de estratégia para 2º turno

Em entrevista exclusiva concedida nesta quarta-feira (21) às rádios CBN Campinas e CBN Ribeirão Preto, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, detalhou os rumos da reta final da campanha presidencial.

À CBN Campinas, Alckmin confirma mudança de estratégia para 2º turno
Arquivo CBN

Em entrevista exclusiva concedida nesta quarta-feira (21) às rádios CBN Campinas e CBN Ribeirão Preto, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, detalhou os rumos da reta final da campanha presidencial.

Durante o programa CBN Campinas, Alckmin pontuou os principais desafios políticos e econômicos para o país e para as regiões do interior paulista.

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Questionado sobre o tom mais combativo desta fase da disputa, Alckmin ressaltou que na política “não se obriga, se conquista”. O vice-presidente enfatizou a necessidade de dialogar diretamente com os eleitores que optaram pela abstenção no primeiro turno, que registrou cerca de 33 milhões de abstenções, e com aqueles que votaram em outros candidatos.

O vice-presidente também avaliou os indicadores econômicos do país, ponderando o cenário internacional desafiador marcado por conflitos regionais e pressões inflacionárias globais.

Alckmin destacou a queda na taxa de desemprego e a melhora na posição do Brasil, que subiu para a oitava economia mundial de acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Ele pontuou que o governo federal atuou na desoneração de impostos de combustíveis (como diesel e gasolina) e na oferta de subsídios para amortizar os impactos inflacionários no dia a dia da população, em comparação com os efeitos severos enfrentados por economias vizinhas, como a Argentina.

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A pauta regional também ganhou destaque com foco nos setores produtivos de Campinas e Ribeirão Preto. Alckmin enfatizou o protagonismo do Brasil na transição energética e na bioenergia. Citou o aumento do teor de etanol anidro na gasolina e a ampliação do biodiesel, além do papel do Brasil como principal país do SAF (combustível sustentável de aviação).

Ressaltou ainda o incentivo à indústria farmacêutica e o uso de ferramentas de fomento como juros reais zero voltados à pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica, reforçando o potencial de polos industriais e científicos como o de Campinas, que reúne Unicamp e CPQD.

Confira a entrevista completa:

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