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DDM de Americana passa a funcionar 24 horas, inclusive aos fins de semana e feriados

A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Americana começou a funcionar 24 horas por dia, a partir deste domingo (1). Com a ampliação do atendimento, mulheres em situação de

DDM de Americana passa a funcionar 24 horas, inclusive aos fins de semana e feriados
Foto: Reprodução/EPTV

A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Americana começou a funcionar 24 horas por dia, a partir deste domingo (1). Com a ampliação do atendimento, mulheres em situação de violência doméstica ou familiar passam a ter acesso ao serviço especializado também durante a noite, a madrugada, os fins de semana e os feriados.

Na unidade, será possível registrar boletins de ocorrência, solicitar medidas protetivas de urgência e encaminhar os casos para investigação a qualquer hora do dia.

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Com a mudança, o estado de São Paulo passa a contar com 41 Delegacias de Defesa da Mulher em funcionamento ininterrupto. Na região, além de Americana, Campinas e Piracicaba já oferecem atendimento 24 horas.

Feminicídio em outubro

A ampliação do atendimento ocorre em um ano em que Americana registrou o primeiro caso de feminicídio em outubro. No dia 11, Jeane Cristina Mattes, de 43 anos, morreu após ser esfaqueada pelo ex-companheiro.

Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo o médico que atendeu a ocorrência, a vítima apresentava sete perfurações pelo corpo.

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O homem já havia sido denunciado por violência doméstica e tinha uma medida protetiva em vigor contra ele. Mesmo assim, os dois se encontraram durante a festa de aniversário de 15 anos do filho do casal, onde houve uma discussão. O ex-companheiro, que atuava como pastor, foi preso.

Endereço e expansão do atendimento

A DDM de Americana funciona no mesmo prédio da Central de Polícia Judiciária, na Rua São Vito, nº 1.675, no bairro Santa Cruz.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado, a ampliação do funcionamento das unidades considera fatores como estrutura disponível, organização das equipes, volume de registros de violência contra a mulher, tamanho da população atendida e necessidades de cada região.

Na região de Piracicaba, 1.518 pessoas foram presas ou apreendidas suspeitas de violência doméstica entre janeiro e setembro deste ano. O número representa um aumento de 32,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

A Polícia Civil prevê ampliar o modelo de atendimento ininterrupto para 58 unidades em todo o estado até o fim de 2026.

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