A empresa Ressonância Magnética Campinas, negou que a morte de três pacientes que passaram pelo procedimento no Hospital Vera Cruz tenha sido provocada pelo uso incorreto da substância Perfluorocarbono. No último dia 12, o delegado responsável pelo caso, José Carlos Fernandes, afirmou que a Polícia Civil está investigando a substância, que foi apreendida com atraso e que poderia ter levado os pacientes à morte, em janeiro.
Segundo o delegado o perfluorcarbono, quando injetado no organismo, causa sintomas compatíveis aos sofridos pelas vítimas. A polícia ainda não sabe se as vítimas foram submetidas ao produto durante o procedimento clínico. No dia 11 de abril os policiais apreenderam três litros do composto no hospital e encaminharam para análise na Unicamp. A RMC informou que o produto químico é utilizado exclusivamente de forma externa nos exames de ressonância magnética desde o ano de 2005. A empresa explica que nessas situações o produto não entra em contato com os pacientes, estando isolado por látex ou produtos plásticos.
