O advogado William Ceschi, que representa a família do ex-prefeito de Campinas, Antonio da Costa Santos, o Toninho, vai encaminhar o pedido de federalizar a investigação sobre a morte do político para a, OEA, a Organização dos Estados Americanos. O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, negou o pedido da família de instaurar inquérito pela Polícia Federal. Ceschi cita a existência de uma lei de 2012 para casos envolvendo agentes públicos.
O político morreu com um tiro há 12 anos, quando trafegava pela Avenida Mackenzie, no bairro Vila Brandina. O inquérito chegou a ser concluído e o Ministério Público apresentou denúncia contra o sequestrador Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho. A alegação foi de Toninho teria sido morto porque o carro dele atrapalhou a passagem da quadrilha do criminoso. Os juízes e o desembargador do caso não se convenceram da acusação, e a Justiça ordenou que o inquérito fosse reaberto em 2010. No ano seguinte uma equipe especial foi montada pela Polícia Civil. O Delegado da época, José Rolim Neto, pretendia dar agilidade as investigações. Para o advogado da família não se trata de falta de competência, mas sim de estrutura da Polícia Civil de SP.
