O Ministério Público do Estado de São Paulo ofereceu denúncia à Justiça contra 10 integrantes de uma facção criminosa que atua no Estado de São Paulo, pela morte do policial militar Arnaldo Francisco de Brito, crime ocorrido na noite de 14 de junho, no bairro Alto, em Piracicaba.
O PM foi executado a tiros em um estabelecimento comercial e as investigações apuraram que o crime foi cometido como retaliação do PCC à morte de um de seus integrantes, Reinaldo Cirino Franco, o “Pedreiro”, ocorrida dois dias antes, em confronto com o Agrupamento Tático da Polícia Militar, ao qual pertencia o PM Brito.
Ainda de acordo com as investigações, a ordem de matar o PM partiu de Adalberto Salomão Rodrigues, o “Dalbé” ou “Irmão Bruno”, e Gláucio Rogério Onishi Serinoli, o “Japonês”, e foi executada por Francisco Fabiano Piazza, o “FB”, que surpreendeu o policial em uma lanchonete e desferiu vários tiros contra ele, fugindo em uma moto pilotada por Antonio Mariano da Silva Filho, o “Mineiro”.
Pouco mais de um mês após o crime, Francisco Fabiano Piazza, acabou morto em Brotas, durante troca de tiros com a Polícia Militar. Ele estava com prisão temporária expedida pela Justiça e reagiu à abordagem policial.
O Ministério Público também requereu à Justiça que seja decretada a prisão preventiva de todos os denunciados.
