As Prefeituras de Limeira e Cordeirópolis iniciaram nesta quarta-feira o fechamento dos acessos para a Ponte do Esqueleto. A estrutura fica no limite entre os dois municípios.
Foram feitas valas de mais de cinco metros de profundidade em cada lado da ponte. A terra foi colocada em frente aos buracos para formar barreiras, que também foram bloqueadas com cercas de arame farpado.
O Governo Federal reconheceu a responsabilidade pela ponte e pediu apoio dos municípios para ampliar a proteção até que sejam feitas medidas definitivas. A medida foi tomada após a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues, que morreu após tentar fazer um salto de hope jumping. As discussões sobre o caso pelo poder público incluem a possibilidade de demolição da estrutura.
As investigações sobre a morte da jovem continuam. A Polícia Civil ouve testemunhas e tenta localizar uma câmera usada no salto. O equipamento havia sido contratado à parte e pode ter registrado a preparação antes da queda.
Maria Eduarda caiu de uma altura de cerca de 40 metros na Ponte do Esqueleto.
Os três homens instrutores do salto seguem presos e foram transferidos para o Centro de Detenção de Guarulhos. A defesa informou que vai pedir habeas corpus e contesta a acusação de homicídio com dolo eventual.
A Polícia Civil pediu a prorrogação do prazo para concluir o inquérito, por considerar o caso complexo.
