A Polícia Civil informou que o grupo preso durante a operação contra fraudes documentais e bancárias usava grupos de WhatsApp para vender documentos falsos em diversos estados do país. Os investigados também são suspeitos de aplicar golpes envolvendo pedidos irregulares de estorno de compras feitas com cartão.
Segundo o delegado titular da DIG de Americana, Lúcio Antonio Petrucelli, os suspeitos integravam uma associação criminosa que atuava em diferentes modalidades de fraude e dividia funções entre os participantes do esquema.
Além das fraudes bancárias, a investigação apontou que o grupo oferecia diplomas, históricos escolares, atestados médicos, receitas e outros documentos falsificados. As negociações eram feitas pela internet e os materiais eram enviados aos compradores pelos Correios.
De acordo com a Polícia Civil, a lista de pessoas ligadas ao esquema é maior do que o grupo preso na operação. A investigação tenta identificar possíveis laranjas, compradores dos documentos falsos e outros envolvidos nas fraudes.
Os cinco suspeitos devem responder, inicialmente, por associação criminosa, estelionato e falsidade documental. A análise dos celulares, computadores e demais materiais apreendidos pode levar à adoção de novas medidas judiciais e até a novas prisões.
