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Justiça marca para setembro primeira audiência do caso de morte em salto de rope jump em Limeira

A Justiça marcou para o dia 2 de setembro, às 12h30, na 2ª Vara Criminal de Limeira, a primeira audiência de instrução do processo que apura a morte de Maria

rope jump
Foto: Reprodução

A Justiça marcou para o dia 2 de setembro, às 12h30, na 2ª Vara Criminal de Limeira, a primeira audiência de instrução do processo que apura a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto. 

Nessa fase do processo serão ouvidos os réus, testemunhas e demais envolvidos. Depois da etapa de instrução, a Justiça vai decidir se os acusados serão levados a julgamento pelo Tribunal do Júri. 

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Respondem ao processo Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne dos Santos Gonçalves. Os quatro seguem presos preventivamente. 

Segundo a denúncia do Ministério Público, os três homens que atuavam diretamente na execução do salto responderam por homicídio com dolo eventual qualificado. Já Evelyne, apontada como organizadora do evento, responde por homicídio com dolo eventual por omissão imprópria e também por fraude processual. 

O Ministério Público sustenta que os envolvidos conheciam os riscos da atividade, mas deixaram de realizar procedimentos considerados básicos de segurança, como a conferência da conexão da corda e a dupla checagem dos equipamentos. 

A denúncia também aponta falhas na organização da atividade, ausência de definição clara de funções e exploração comercial dos saltos sem atendimento das exigências de segurança. 

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Maria Eduarda morreu no dia 13 de junho após ser lançada de uma altura de cerca de 40 metros sem estar conectada às cordas de segurança. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. 

As defesas dos acusados mantêm posições diferentes. O advogado de Luis Felipe e Maicon afirma que o caso deve ser tratado como crime culposo, quando não há intenção de matar. A defesa de Evelyne preferiu não comentar o andamento do processo. Já a defesa de Vitor não se manifestou até o momento.

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