Campinas tem 26 bairros com maior risco de transmissão da dengue, segundo o 44º Alerta Arboviroses de 2026, divulgado nesta quinta-feira (5) pela Secretaria Municipal de Saúde.
O levantamento considera os indicadores registrados na última semana e busca direcionar as ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti.
Entre 1º de janeiro e a última terça-feira, o município confirmou 4.230 casos da doença. Até o momento, não há mortes por dengue registradas na cidade neste ano.
A relação dos bairros com maior risco está distribuída em todas as regiões de Campinas. Na região Leste, os locais apontados são Centro e Cambuí.
Na região Noroeste, o alerta inclui Parque Valença 1, Parque Valença 2, Jardim Rossin e Cidade Satélite Íris 4. Já na região Norte, aparecem Jardim São Marcos, Jardim Campineiro, Vila Esperança, CDHU Edivaldo Orsi, Jardim Mirassol e Jardim Aparecida.
Na região Sudoeste, os bairros relacionados são Jardim Ouro Verde, Jardim Aeroporto de Viracopos, Vila Aeroporto, Jardim Bordon e Vila Palácios. Na região Sul, o levantamento aponta Jardim Campo Belo e Jardim São João.
A região Suleste concentra sete bairros na lista: Vila Marieta, Vila Paraíso, Vila Joaquim Inácio, Swift, Jardim Cura D’ars, Jardim Tupi e Jardim São Gabriel.
Adivulgação semanal tem como finalidade chamar a atenção dos moradores para a necessidade de eliminar possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue dentro das residências e nos quintais. A iniciativa também orienta a população sobre medidas preventivas e permite intensificar o trabalho dos agentes de saúde nas áreas que apresentam indicadores de maior preocupação.
As recomendações de prevenção devem ser seguidas em todas as regiões da cidade. A orientação também contempla bairros que apareceram em edições anteriores do alerta, mesmo que não estejam relacionados no boletim desta semana.
Para definir as áreas prioritárias, a Secretaria de Saúde analisa diferentes fatores. Entre eles estão a incidência de casos de dengue, a identificação de novos episódios de transmissão e a necessidade de reforçar as visitas dos agentes em imóveis onde houve dificuldade de acesso.
O levantamento também considera a concentração de moradores em cada região e a comunicação sobre as atividades realizadas pelas equipes de combate às arboviroses. Os critérios são aplicados inclusive em bairros de menor extensão territorial.
